Instituto Agrovida Lidera Construção de 49 Casas do Minha Casa, Minha Vida Rural em Baixa Grande
Baixa Grande (BA) – O sonho da casa própria começa a se tornar realidade para 49 famílias da zona rural de Baixa Grande. À frente dessa transformação está o Instituto Agrovida, que, em parceria com o Ministério das Cidades, executa o programa Minha Casa, Minha Vida – Rural, reafirmando o compromisso com dignidade, desenvolvimento e justiça social no campo.
O projeto, sonhado ainda em 2023, hoje avança em ritmo concreto. As obras seguem em execução e já representam mais que paredes erguidas: simbolizam segurança, estabilidade e esperança para dezenas de famílias que vivem da terra e sustentam suas histórias no meio rural.
Sob a liderança de Israel Piscita e Juliana, o Instituto Agrovida tem atuado na linha de frente do programa em Baixa Grande. A condução dos trabalhos envolve acompanhamento técnico, articulação institucional e diálogo permanente com as famílias beneficiadas, fortalecendo o vínculo entre política pública e necessidade social.
O Minha Casa, Minha Vida – Rural foi estruturado para atender especificidades do campo, garantindo moradias adequadas à realidade rural. Em Baixa Grande, o impacto vai além da infraestrutura habitacional. A iniciativa movimenta a economia local, gera emprego temporário na construção civil e reafirma a permanência das famílias no campo com mais qualidade de vida.
De acordo com representantes do Instituto, o propósito não se limita à entrega das casas. “Não estamos construindo apenas moradias, estamos construindo futuros”, destacam integrantes da coordenação do projeto, reforçando que a ação nasce do cuidado com as pessoas e do respeito por quem vive e trabalha na zona rural.
A expectativa é que, com a conclusão das 49 unidades habitacionais, Baixa Grande avance significativamente na redução do déficit habitacional rural, consolidando uma política pública que une infraestrutura, inclusão social e desenvolvimento humano.
O Instituto Agrovida, ao assumir protagonismo na execução do programa no município, reafirma seu papel como agente de transformação social, colocando-se como ponte entre o poder público e as comunidades rurais que aguardavam, há anos, a oportunidade de morar com dignidade.
